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domingo, 14 de outubro de 2012

Revolution S01E02 Review [Série]

A sociedade foi quebrada. Novos mistérios e surgimento de novos grupos/"outros".
Então temos novamente Charlie em busca de seu irmão que está nas mãos da Milícia Moroe. Porém, Miles deixa o grupo em busca de uma mulher chamada nora, com o objetivo de ela ajudar eles na busca e salvamento, ela seria uma especialista em explosivos. Como Miles deixa o grupo, Charlie não quer ficar pra trás e vai atrás de seu tio sem deixar aviso.
O grupo restante, acionista do Google e madrasta de Charlie, acabam tomando outro rumo. Vão ao encontro da mulher que salvou o irmão de Charlie, pois Aaron confessa a madrasta que Ben deixou o Pen drive estiloso com ele e que deveria ser entregue para aquela mulher.
Após muita ação Miles e Charlie encontram Nora e a integram na busca. Descobrimos nesse momento que existe um grupo humanitário que ainda busca a reestruturação dos estados unidos como era, são chamados como rebeldes e tem tatuados em seus corpos a bandeira dos EUA.
Em outra cena é possível ver o ódio por parte da milícia para com os rebeldes que usam como símbolo a bandeira nacional dos EUA.
Assim temos novos "outros" na trama.
No final do episodio temos dois pontos importantes para a história, certamente, e que ao mesmo tempo explode cabeças.
A mulher que salvou o irmão de Charlie e que também tem um Pen drive como o de Ben e que de alguma forma oferece energia para um sistema rústico de PC e internet recebe a visita de outro homem, chamado de Randall, que usa outro Pen drive (o terceiro que aparece na historia) estiloso como um pingente e com uma arma movida a eletricidade. E na cena final temos Rachel, ex-mulher de Ben na companhia de Mooroe, em seu acampamento. Ela está em uma prisão, mas com privilégios e estão forçando a falar sobre a energia e o apagão, em troca ela poderá ver seu filho que agora também está em poderio da milícia.
Grupos separados com objetivos distintos. Mistério quanto aos grupos de pessoas que habitam naquele mundo pós-apocalíptico sem energia elétrica e mais mistérios envolvendo a família de Charlie com o apagam continuam a dar o tom para a serie e a tornam bastante interessante e faz com que o espectador queira mais e fique ansiosamente aguardando o próximo episódio. Então até lá!

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Once Upon a Time S01E01 Review [Série]

Emma
Once Upon a Time (Era uma Vez) é uma série que lembra um pouco uma série de HQs que li recentemente (Fables). A série conta a história dos contos de fadas que por conta de uma maldição lançada pela bruxa má faz com que eles sejam transportados do reino da fantasia para a nossa realidade.
No primeiro episódio somos apresentados à trama. Conhecemos alguns dos diversos personagens. Na nossa realidade conhecemos Emma, uma mulher que marca encontros com homens na internet com o intuito de conseguir dinheiro deles. É uma mulher solitária que não tem família. Um garoto a encontra em sua casa, no dia de seu aniversário e diz que é o seu filho que ela deu para adoção anos atrás.
Ele pede para que ela o ajude, pois ele sabe que as fábulas foram transportadas para a realidade por conta de uma maldição e ninguém sabe que é, ou foi, no reino fantástico.
Outros personagens são apresentados em um flashback no reino da fantasia. Conhecemos Branca de Neve e o Príncipe Encantado, estes se casaram e foram ameaçados pela bruxa má, que os condena a uma maldição. Apenas uma pessoa foi salva da maldição na ocasião, a filha do casal: Emma!
O decorrer do primeiro episódio é centrado nas diversas tentativas de Henry, filho biológico de Emma, em convencê-la de que na sua cidade, Storybrook, todos são contos de fadas. Ela conhece a prefeita da cidade (a bruxa má) que tem temperamento forte e trata mal as pessoas e principalmente Henry, que é seu filho adotivo (por algum motivo ela escolheu Henry para adotar).
Outro personagem que vem ao meu ver ser bastante importante na série e que conhecemos em um flashback e nos porões do castelo do “casal protagonista” da história é Rumpelstichen, personagem pouco conhecido na cultura brasileira e que é o principal antagonista de um conto de fadas originado na Alemanha. Na série ele conhece tudo o que irá acontecer e acaba sendo como um consultor dos assuntos do futuro, mas sempre pede algo em troca. Em sua primeira aparição na série ele se encontra encarcerado nos porões do castelo de Branca e do Príncipe.
Um ponto muito interessante na série é que alguns elementos encontrados nos contos de fadas são transportados para a nossa realidade. Por exemplo, a bruxa má tem uma macieira em seu jardim e na sua casa sempre aparece maçãs sobre a mesa de estar ou de jantar etc.
Vemos, de relance, outros personagens como alguns dos sete anões, chapeuzinho vermelho, lobo mal, grilo falante etc.
O episódio termina com Emma ficando na cidade, com o intuito de ficar de olho em Henry, o qual lhe tocou o coração por ter sido um filho doado para a adoção e que mesmo assim não nutre nenhuma raiva por sua mãe. Então é isso pessoal, esperem por mais reviews, espero que tenham gostado e se gostaram apreciem essa série que aparenta ser muito boa.

A série foi ao ar no dia 23 de outubro de 2011 pela ABC e chegou ao Brasil no dia 12 de abril na Sony. No dia 10 de maio a série foi renovada para uma segunda temporada. A segunda temporada tem data de estreia marcada para o dia 25 de outubro.

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Elementary S01E01 Review [Série]

Elementary é uma série de investigação como CSI, Bones etc, mas com um diferencial: retrata um detetive conceituado e clássico, Sherlock Holmes, nos dias atuais.
Na série vemos um Holmes ex usuário de drogas que passou por uma clínica de reabilitação e que hoje está limpo. Antes de ter problemas com drogas foi consultor da Scotland Yard, ajudando nas investigações, mas nunca sendo parte da instituição.
No período do seriado Holmes acabou de sair da clínica e foi para Nova York, onde seu pai possui algumas casas, uma delas foi dada para Holmes morar, além disso, seu pai, que não aparece neste episódio (não sei se irá aparecer) contrata uma acompanhante para Sherlock, Dra. Joan Watson (já comento sobre essa escolha). Em NY Holmes se torna consultor da polícia, ajudando a desvendar os crimes.
Logo no primeiro episódio há um misterioso assassinato que será desvendado por uma série de buscas a várias pistas.
Ao contrário das séries que mencionei acima, Elementary possui um protagonista que não se utiliza de tantos instrumentos tecnológicos para resolver os crimes, mas conta com muita observação e deduções.
A série segue aquela linha em que o personagem é bastante inteligente, mas age de modo impulsivo e “descoladamente”. Holmes é interpretado de modo descompromissado em certo ponto, com hobbies estranhos e ausente de círculo social.
Um ponto negativo que achei da série foi o fato de terem retratado Watson como uma mulher, não que eu seja machista e coisa do tipo, mas é o fato de que se houver alguma coisa entre eles (sim falo em relação a sentimentos amorosos) vai ficar estranho, pois volta e outra nos recordamos do personagem que usava aquele chapéu característico fumando cigarro em seu escritório sombrio. Não seria contra se inserissem uma personagem mulher com outros propósitos, só acho que ficou um pouco estranho o Watson não ser um sidekick de Holmes. Enfim, outro ponto que ficou estranho foi o fato de ser uma mulher a fazer companhia a um homem ex usuário de drogas e que acabou de sair de uma clínica de reabilitação. Não seria melhor explicado se o acompanhante fosse um homem? Mas enfim, não sei aonde os produtos querem chegar com isso.
Holmes e Watson passam a trabalhar juntos, desvendando os crimes. No primeiro episódio vemos a evolução do relacionamento dos dois e o entendimento entre si de visões muito diferentes, mas que conforme vão se conhecendo e convivendo vão aprendendo a respeitar as opiniões um dos outros.
Gostei muito do primeiro caso, cuja investigação segue por vários caminhos que convergem para um mesmo ponto. Muito bom.


Recomendo vocês assistirem essa série, pois retrata um Sherlock Holmes diferente, além de sair da ideia de que para solucionar um caso é necessário fazer várias analises com instrumentos tecnológicos variados.
A série foi ao ar no dia 27 de setembro pelo canal CBS. Espero que gostem e esperem mais reviews da série. Até!


segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Revolution S01E01: Review [Série]

Após o apagão

Eu iniciei falando de Revolution neste post aqui. E o que falar do primeiro capítulo de Revolution? Bem, o episódio piloto foi o que apresentou o teor da série. Mas antes de começar a falar dele irei brevemente apresentar a série. A série lida com a simples questão: como seria o nosso dia-a-dia sem energia elétrica? Como a civilização reagiria a um caos energético? E as consequências da falta de energia para as nossas vidas?
Charlie
Assim, na primeira cena da série mostra a nossa dependência da energia elétrica em nossas vidas. Então, em uma família normal, a filha está assistindo à TV, o filho mais novo está jogando no tablet (que coragem dos pais), a mãe fala ao celular, as luzes todas ligadas e etc etc. 
A partir desse momento o drama tem início. O pai chega apressado em casa dizendo que “aquilo” começaria a acontecer, liga rápido o computador e salva para um pen-drive algumas informações. Então ocorre um apagão! Aparentemente só aquele casal sabe o que está acontecendo. Toda a energia elétrica em todo o mundo acaba. Porém, diferentemente do que eu pensava quando li pela primeira vez a sinopse da série, os equipamentos que funcionam à bateria “morreram” na hora, os transportes também falharam. Foi algo como um PEM (Pulso Eletromagnético) que foi liberado em todo o mundo!
Depois desse momento 15 anos se passaram. As cidades foram abandonadas. Não existe mais produção de medicamentos, exceto os naturais feitos por leigos. A polícia também acabou, fazendo com que surgissem as milícias em diversas regiões. As pessoas passaram a se reunir em aldeias, pequenas comunidades em que elas mesmas plantam seu próprio alimento, criam animais e vivem como viviam na idade das trevas.
Revolution trará amor ou ódio como em Lost?
Aquelas crianças cresceram (Charlie e Danny). Continuam a morar com seu pai, Ben, porém sua mãe, Rachel, morreu e ele vive com outra mulher e o relacionamento entre pai e filhos é conturbado.
Um grupo de homens pertencentes a uma milícia (identificada apenas como Monroe) aparece na aldeia procurando por Ben e seu irmão, Miles. Algo que está relacionado com o apagão. Eles devem ir com eles até o seu general. Antes de ser levado com os homens Ben entrega seu pen-drive com informações sobre o apagão (?) para um ex-empresário do Google e seu amigo, Aaron. Mas quando resolve ser levado seu filho aparece ameaçando os milicianos. Começa uma confusão que culmina com a morte de Ben.
Afim de que Miles vá atrás deles os homens da milícia levam Danny como isca. Charlie chega à comunidade e encontra o pai agonizando, cuja únicas palavras foi para que ela encontrasse seu irmão, Miles, que poderia salvar o seu filho.
Charlie parte para uma jornada juntamente com sua madrasta e Aaron. Aaron, ainda tem a ordem de não revelar nada para ninguém a respeito daquele pen-drive. E aí começam, ao meu ver as similaridades com Lost (série que também foi produzida por J. J. Abrams): a viagem em grupo rumo a uma missão, o aparecimento dos “outros”, neste caso a milícia, um mistério (o apagão), a vida com limitações tecnológicas (em uma ilha e em um planeta sem energia elétrica), além de algo que acontece pouco, mais ainda ocorre, que são os flashbacks.
Após se envolverem em várias confusões no caminho, principalmente envolvendo criminosos e membros da milícia, o grupo chega em Boston, local em que mora o tio de Charlie.
Enquanto isso, Danny, irmão de Charlie, consegue fugir da milícia e é amparado na casa de uma senhora. Ela o ajuda a se recuperar de um ataque de asma, mas este logo deseja sair e tentar voltar para sua casa. Mas a milícia aparece na casa daquela mulher e captura novamente o jovem.
Em Boston o grupo tenta convencer o tio de Charlie a ir com eles em busca de Danny, ele é agora o único membro da família que eles podem confiar, e após muita discussão e lutas com membros da milícia que tinham se infiltrado no grupo de Charlie o tio resolve seguir com eles para tentar encontrar e liberar Danny da mão da milícia Monroe.
Ao final do episódio temos dois eventos que fazem nossas cabeças explodirem de tantas teorias sendo formuladas.
A milícia Monroe é comandada pelo general Monroe, amigo de Miles, que aparece no início do episódio.
Em um dos flashbacks de Miles, vemos que ele também tem a tatuagem da milícia!
O Pen Drive estiloso
A mulher que amparou Danny possui um pen-drive igual ao de Ben, que agora está com Aaron. Com ele ela liga um computador no sótão de sua casa, e à La Matrix fala com outra pessoa (provavelmente em uma rede) sobre o a milícia que esteve em sua casa. A outra pessoa ainda pergunta se eles “encontraram?”. E “E o que faremos agora?”
O pen-drive gera energia elétrica? Qual o papel daquele dispositivo?
Miles faz parte da milícia? Já fez parte e por alguma razão foi expulso?
Quem mais sabe sobre o apagão?
Quem o causou? Foi causado?
Gostei muito da série por conta das diversas dúvidas que o primeiro episódio deixou. Estava com saudades de séries desse tipo. Acompanhei Lost pelos sete anos de série e depois de seu término, apesar do final dúbio, fiquei órfão de uma série que trouxesse dúvidas e possibilidades de formar hipóteses sobre o que estaria acontecendo.
Temos ainda muitas perguntas para fazer, mas as respostas só nos próximos episódios de Revolution!
Até!