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segunda-feira, 4 de março de 2013

Joe, o Bárbaro #2 Review [HQ]

Joe continua estranhamente "balançando" entre as "dimensões". Realidade e fantasia ou realidade e crise de hipoglicemia. Não há indicação do que seria verdadeiramente aquilo que está acontecendo na vida de Joe.
Joe embarca em um universo fantasioso cheio de aventuras e juntamente com a personificação fantástica de seu rato de estimação, Jack, que no mundo onírico de Joe é um samurai.
Universos paralelos espelhados é algo bastante interessante, pois inconscientemente nós passamos a traçar paralelos entre eles. E isso é algo que ocorre a todo momento na aventura vivida por Joe. Vemos então um córrego/vaso sanitário ou um deus brilhante/sol.
Por essa condição de universos pareados a dúvida permanece: Joe está realmente "passeando" (por algum motivo desconhecido) em um universo fantástico ou tudo é fruto de sua imaginação, por conta de uma crise de hipoglicemia?
Vou ler a próxima edição! Até!

domingo, 14 de outubro de 2012

Joe, o bárbaro #1 Review [HQ]

Joe é uma criança que vive em um mundinho próprio, não tem amigos, tem diabetes, vive apenas com a mãe, seu pai morreu na guerra do Iraque e simplesmente segue a sua vida sem coisas extraordinárias acontecendo. Sua fuga ocorre fazendo desenhos em um caderno. Até que um dia, após uma visita ao cemitério em que o seu pai estava internado, volta para casa e no seu quarto dorme por algum tempo, até que ao acordar se depara com uma cena estranhamente disjunta (até parecida com uma crise de hipoglicemia) da realidade: sobre sua cama estão uma série de personagens de contos de fadas e outros personagens da ficção. Vemos desde o Batman até ursinhos fofinho como os carinhosos.
A HQ foi escrita por Grant Morrison e com desenhos de Sean Murphy. Publicada pelo selo Vertigo em março de 2010.
O traço da revista é muito legal pois dá uma atmosfera sombria. A história da primeira edição caminha sem mostrar ao leitor nada de mais. É a vida de um menino sem pai? Nada demais. Mas ao final a revelação final é impressionante. Para terminar na revista temos algo interessante: cada elemento vê o outro a partir de seu próprio mundo de origem. Confuso? Só lendo a HQ pra ver!