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terça-feira, 11 de setembro de 2012

Superman #1 The New 52! Review [HQ]


Há muito não lia quadrinhos em uma sequencia lógica de eventos, ou uma saga. Recentemente retomei esse hábito com a ideia da DC Comics de relançar seus títulos a partir da número #1. Com esse incentivo de poder acompanhar melhor as histórias sem procurar pelas milhares de HQs passadas (para entender melhor aquele evento/saga) fui atrás desse novo selo da DC: The New 52 (“Os Novos 52”). Neste primeiro post de muitos que viram irei falar um pouco da edição nº 1 de Superman, apesar de não ter sido a primeira HQ lançada pelo selo The New 52, mas por conta do histórico do personagem. A primeira HQ deste novo selo da DC foi Justice League #1 (Liga da Justiça #1) e irei futuramente falar dela aqui.
Superman #1 foi escrito por George Pérez com arte de Jesus Merino e lançada em novembro de 2011. Primeiramente não é necessário você conhecer o super-herói para entendê-lo. Em várias partes dessa HQ o autor mostra que Clark Kent, alter ego do Super Homem, é um jornalista apaixonado platonicamente pela bonita Louis Lane e por conta disso é bastante solitário.
O Planeta Diário, jornal da cidade de Metrópolis, no qual Clark e Louis trabalham, passou por uma reformulação. Agora o prédio do jornal é muito maior e possui uma estrutura jornalística igualmente grande. Louis não é simplesmente uma jornalista ou âncora de jornal, ela agora foi promovida a produtora executiva e o Planeta Diário passou a ter abrangência mundial.
A primeira edição da HQ constrói os personagens muito bem. Reorganiza aquela história que conhecíamos do passado para o presente, por exemplo, em um momento da HQ uma jornalista usa o twitter para se comunicar com os seus outros colegas de profissão. Além de uma reorganização dos personagens e do momento histórico o plote principal é o básico de quase todas as revistas de heróis: o Super Homem se vê diante de uma invasão alienígena que tem ou pode ter ligação com o seu planeta natal, Krypto.
Outra coisa que nos chama atenção logo de cara é que o uniforme do Superman mudou. Agora ele não mais veste uma cueca vermelha sobre a calça azul! A cueca foi tirada do Super Homem! Ficou certamente menos ridículo, uma vez que a cueca por cima da calça era usada inúmeras vezes como objeto de chacota para o super herói, mas acabou por tirar um dos grandes símbolos do Superman. O que é legal é que faz com que você se acostume para o filme que vem por aí: Man of Steel (“Homem de Aço”). Além disso a roupa como um todo não se parece ser feita de tecido, mas como uma armadura, assim como a roupa do Batman da trilogia do Nolan, mas daí vem a pergunta: para quê uma “armadura” para o homem de aço? Acredito que a ideia foi apenas decorativa e nada tenha a ver com a funcionalidade.
A história é muito boa, não chega a ser ótima, pois acredito que o foco desta primeira edição foi apresentar o mundo do Super Homem, seus personagens, sua interação com estes, suas dificuldades e o que o Superman significa para a cidade.
É leitura recomendada para todos aqueles que gostam de quadrinhos, além do mais, por conta do novo filme do personagem e do filme da Liga da Justiça, é legal ir entrando no clima =D
É isso pessoal, comentem aí em baixo e até a próxima. 

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Road Fighter [Game]


Palcom TM Software
Ano: 1991
Konami Co., Ltda
Licenciado pela Nintendo
Palcom Software é um trademark da Palcom Software Ltda.
Categoria: Corrida
Obs: Diferente do jogo de 1985

Quem nunca gostou ou jogou um jogo de corrida. Este é um clássico dos jogos de corrida do ano em que Augstín Codina Puiggrós assumiu a presidência da Sociedade Espanhola de Neurologia o.O. Um dos primeiros games que joguei. Desenvolvido para o NES - Nintendo Entertainment System - (mais conhecido por nós como Nintendinho) este jogo conta com dois níveis (Level 1 e 2) que corresponderiam aos níveis Normal e Difícil e apenas quatro fases, porém o que torna o jogo um tanto quanto difícil de terminar é que o jogador deve ultrapassar todos os carros com grande perfeição.
É uma corrida contra o tempo literalmente – a única diferença é que o tempo é computado como combustível – o jogador deve fazer o trajeto de cada fase em um determinado tempo e caso bata o carro e este exploda na parede o jogador pede 5 litros de combustível (ou o equivalente a 5 segundos no jogo) o que é muito precioso.
Outra “dificuldade” do jogo é que se acabar o combustível/tempo e você não tiver alcançado o final você não volta para a fase que você estava, mas sim para a primeira fase!
Não há neste jogo saves ou continues, como tantos outros de sua época, você tem que reiniciar o jogo, desde a primeira fase.
Na corrida existem alguns obstáculos imóveis como manchas de óleo na pista, estacas, muretas, além de obstáculos móveis, que são carros que ficam em constante movimento em zigue-zague ou que vão na sua direção se você mover o seu carro, além dos simples carros que seguem em linha reta, na mesma direção que você, para estas basta desviar.
Por essas dificuldades foram muito poucas as vezes que eu visitei as duas últimas fases e muito menos ainda as vezes que eu zerei.
Em uma escala de 10 avalio o jogo com a nota 7, não pelos gráficos, mas pela dificuldade e diversão oferecida.
Então é isso pessoal, aguardem mais resenha e old-novidades aqui no Cotidiano!
Até!